O papel das organizações no cuidado da saúde dos colaboradores

O papel das organizações no cuidado da saúde dos colaboradores

“Saúde é o estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente a ausência de doença” – Organização Mundial da Saúde (OMS)

Tradicionalmente, o comprometimento dos funcionários nas organizações é analisado sob 4 vertentes:

  • Nível de compromisso de um trabalhador com a organização;
  • O quanto que o trabalhador se identifica com os valores e propósito geral da organização na qual trabalha;
  • O nível de satisfação do trabalhador com o seu trabalho;
  • O quanto o trabalhador se sente inspirado/estimulado com o trabalho que desempenha.

Como podemos perceber, essas vertentes partem de questões fundamentalmente comportamentais, e que, por isso, devem ser informadas pelas Ciências Comportamentais. Um estudo da Social Market Foundation indica que funcionários felizes são até 20% mais produtivos do que funcionários insatisfeitos, e este deve ser o foco de uma estratégia de saúde corporativa. É essencial que o ambiente de trabalho seja um espaço em que o colaborador tenha autonomia, competência e conexão com os propósitos daquela organização.
As empresas/organizações são entidades de influência na vida dos seus colaboradores, para além do impacto que causam no ambiente em que atuam. Assim, é natural que haja um papel de incentivo a determinados comportamentos, o que significa que as empresas têm, efetivamente, o poder de melhorar ações, tanto no escritório, quanto em ambientes destinados ao trabalho (por exemplo, no trajeto até à empresa).
Muitas organizações planeiam iniciativas a pensar no humano racional, uma versão idealizada do humano real. As métricas fundamentalmente comportamentais, estabelecidas para medir o comprometimento dos funcionários nas organizações, mostram que o humano real toma decisões intuitivamente, com pouca atenção consciente e são influenciados o tempo todo por detalhes do ambiente, muitas vezes esquecidos pelas organizações.
Os insights comportamentais podem ajudar diferentes empresas a evitar comportamentos insalubres e perigosos no ambiente de trabalho. Esses insights são evidências empíricas sobre o comportamento humano que podem ser usadas para melhorar a eficácia, efetividade e eficiência de iniciativas de mudança. É importante destacar que esses insights levam em conta fatores psicológicos, sociais e contextuais, não alterando atitudes e nem crenças. Ao identificarmos comportamentos perigosos específicos, podemos analisar os fatores psicológicos e contextuais que causam esse comportamento e transformar a análise em uma estratégia de ação, seja na forma de pequenos empurrõezinhos, os chamados nudges, seja na forma de intervenções completas. Por fim, é necessário testar estratégias que sejam mais eficientes e eficazes para solucionar o problema, ampliando as melhores soluções, relatando novas conclusões, monitorizando mudanças a longo prazo e salientando comportamentos saudáveis.
É quase impossível medir um resultado antes de escalar e testar. Por isso, é importante que as organizações atuem com espírito investigativo. Ao perguntarem ´´O que os funcionários precisam fazer?´´, ´´em que lugar?´´, ´com que frequência devem fazer isso? Precisam fazer sozinhos ou acompanhados?´´, é possível ajudar a evitar comportamentos perigosos e preservar a saúde dos colaboradores, incentivando um ambiente de trabalho mais saudável e prazeroso.

“Saúde é o estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente a ausência de doença” – Organização Mundial da Saúde (OMS)

Tradicionalmente, o engajamento de funcionários nas organizações é analisado sob 4 vertentes:

  • Nível de compromisso de um trabalhador com a organização;
  • O quanto que o trabalhador se identifica com os valores e propósito geral da organização na qual trabalha;
  • O nível de satisfação do trabalhador com o seu trabalho;
  • O quanto o trabalhador se sente inspirado/estimulado com o trabalho que desempenha.

Como podemos perceber, essas vertentes partem de questões fundamentalmente comportamentais, e que, por isso, devem ser informadas pelas Ciências Comportamentais. Um estudo da Social Market Foundation indica que funcionários felizes são até 20% mais produtivos do que funcionários insatisfeitos, e este deve ser o foco de uma estratégia de saúde corporativa. É essencial que o ambiente de trabalho seja um espaço em que o colaborador tenha autonomia, competência e conexão com os propósitos daquela organização.
As empresas/organizações são entidades de influência na vida de seus colaboradores, para além do impacto que causam no ambiente em que atuam. Assim, é natural que haja um papel de incentivo a determinados comportamentos, o que significa que as empresas têm, efetivamente, o poder de melhorar ações, tanto no escritório, quanto em ambientes destinados ao trabalho (por exemplo, no trajeto a empresa).
Muitas organizações planejam iniciativas pensando apenas no humano racional, uma versão idealizada do humano real. As métricas fundamentalmente comportamentais estabelecidas para mensurar o engajamento de funcionários nas organizações mostram que o humano real toma decisões intuitivamente, com pouca atenção consciente e são influenciados o tempo todo por detalhes do ambiente, muitas vezes esquecidos pelas organizações.
Os insights comportamentais podem ajudar diferentes empresas a evitar comportamentos insalubres e perigosos no ambiente de trabalho. Esses insights são evidências empíricas sobre o comportamento humano que podem ser usadas para melhorar a eficácia, efetividade e eficiência de iniciativas de mudança. É importante destacar que esses insights levam em conta fatores psicológicos, sociais e contextuais, não alterando atitudes e nem crenças. Ao identificarmos comportamentos perigosos específicos, podemos analisar os fatores psicológicos e contextuais que causam esse comportamento e transformar a análise em uma estratégia de ação, seja na forma de pequenos empurrõezinhos, os chamados nudges, seja na forma de intervenções completas. Por fim, é necessário testar estratégias que sejam mais eficientes e eficazes para solucionar o problema, ampliando as melhores soluções, relatando achados, monitorando mudanças a longo prazo e salientando comportamentos saudáveis.
É quase impossível medir um resultado antes de escalar e testar. Por isso, é importante que as organizações atuem com espírito investigativo. Ao perguntarem ´´O que os funcionários precisam fazer?´´, ´´em que lugar?´´, ´com que frequência devem fazer isso? Precisam fazer sozinhos ou acompanhados?´´, é possível ajudar a evitar comportamentos perigosos e preservar a saúde dos colaboradores, incentivando um ambiente de trabalho mais saudável e prazeroso.