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Omran e Aylan: o efeito da vítima identificável

"Temos sido sistematicamente expostos a imagens de pessoas mortas em genocídios, guerras, em fugas por refúgio, em ataques terroristas e noutros cenários de morte ou assassinatos coletivos. Estas imagens são terríveis, exibindo, muitas vezes, milhares de mortos. Sentimo-nos mal perante estes cenários. Contudo, a verdade é que, apesar do sofrimento que geram, rapidamente recuperamos desse sentimento e, na maioria das vezes, pouco falamos sobre o assunto. A notícia corre na imprensa e pelas redes sociais, cria-se, de alguma forma, uma certa interpelação coletiva que, logo depois, é substituída por fotos de pratos de comida e selfies no Facebook."

Pode ler o resto do artigo publicado no Jornal Folha S. Paulo, aqui.